5 de outubro, que é isso?

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A implementação da república deu-se a 5 de outubro (quando outubro ainda se escrevia com maiúscula) de 1910, após o partido republicano ter ganho a revolução iniciada três dias antes. Durante anos, foi considerado um dia a comemorar pelo povo. Começo a desconfiar que tal devoção se devia apenas ao facto de a República aparecer representada por uma moçoila com um belo papar de mamas, só a generalização da pornografia na internet me faz acreditar que, na República, já nada tem interesse.

Primeiro foi a UE que nos aliviou de parte da nossa tão comemorada independência. Com esta união, passámos a ser providos de senhoras de várias nacionalidades e reputação duvidosa, mas portadoras de moldes de silicone dignos de avassalar qualquer par de mamas republicano nacional;  depois foi o governo que nos aliviou de um feriado, permitindo que cada cidadão masculino possa disfrutar da habitual visão de uma qualquer colega de decote avantajado; finalmente, vem o senhor presidente da República dizer que, não irá participar nas comemorações, pois ficará a refletir sobre o resultado das eleições (como se alguém ainda acreditasse que essa capacidade ainda é, por si, exercida). Desconfio que esta abstinência comemorativa se deve ao facto de não haver bolo-rei para cuspir!

Alex (que anda caladinha, mas não muda), para a Tina, com um beijão

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Vem aí o Carnaval

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Quinze anos depois ainda recordo a menininha que tu eras 🙂

“Ó mamã, este Carnaval eu queria ser a Branca de Neve. Tu queres ser os 7 anões?”

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Era o verbo…

– Ó stora, “era” é do verbo eram?

– Pensa… Como terminam os verbos no infinitivo?

– Em -ar, -er ou i-ir.

– E então?…

-Ah! É o verbo “Er”?!?…

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Mártir… EU!

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Caderno de atividades, p. 36, ex 1: Descobre o intruso (qual das palavras não é um verbo).
“mártir”
Pergunta da professora:
– O que significa “mártir”?
Aluno:
– É o que se deita na cerveja!
Professora, após gargalhada e reflexão:
– Isso é Martini!

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Eu, eu e sempre eu!

Há coisas que só me acontecem a mim. Porquê, meu Deus, porquê?
Vá-se lá saber….
Com apenas 5m de intervalo, aí vou eu a correr à casa de banho. Na pressa, prendo uma pontinha do lacinho com que as lojas de roupa interior brindam as cuecas femininas. E quem é que diz que o fecho das calças corre, seja para baixo, seja para cima?… Toque de entrada, desespero!!!
Ouço uma voz familiar e peço socorro:
– Arranja-me uma tesoura, por favor!
Não há, vem uma faca… Boa para cortar manteiga de verão, laço requintado em cueca de senhora, nem pó!
– Tesoura, desencanta-me uma tesoura!!!
Finalmente uma. Decepada uma das fitinhas do laço, separam-se as calças das cuecas, mas subir ou descer o fecho está fora de questão.
Mais um esforço, mais uma aparadela numa nesga de lacinho à vista e nada!
Desespero total, tapada como posso, vou a correr à sala de profs pedir me enfiarem a canalha na biblioteca e volto a atacar o fecho das calças.
Após uma luta titânica, descomposta e a transpirar que nem uma doida, correria escada acima, lá vou eu dar aula de apoio.
– Professora, que lhe aconteceu?
– Nada, meninos, pelo menos, nada que aconteça aos outros!

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O poder da amizade

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Pois é, aqui em casa a amizade é um valor que se cultiva.

Duas pessoas. Uma não consegue evacuar sem música, à falta de telemóvel para se fazer acompanhar, a sua amiga propõe-se cantar-lhe música cigana. E lá vão elas para o WC…

Hum… valeu pela solidariedade. Parece que a cantoria não soltou o preso. Vamos aguardar por melhor hora, a hora de almoço (como de costume) e pode ser que se consiga arrear o calhau.

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OS C******* DE OURO

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            Há muito, muito tempo na era Coelhónica, vivia no Condado Portucalense (na época denominado Merdaleja) uma comunidade restrita denominada “Azarados do Canudo”. Esta comunidade dividia-se em três grandes grupos: os do Canudo de Agrupamento, os do Canudo de Zona e os do Canudo de Segunda, também conhecidos por contratados. Estavam organizadas hierarquicamente, eram regidos em regime de Direção, mas manipulados em regime de absolutismo pelo líder educacional radical NC, sobejamente conhecido pelo seu fanatismo extremista.

            A importância desta comunidade na História Universal é, ainda hoje, bem visível. Foi aqui que teve origem o famoso concurso de atribuição dos Oscars, que ainda hoje se realiza nos EUA.

            Tudo começou pela Revolta Política de dois mil e carqueja, quando o líder ainda mais absoluto PC estava no poder e traçou para o país insondáveis medidas de desenvolvimento a que, mais tarde, os historiadores e economistas atribuíram a classificação de Grande Tsunamerda. À época, uma vaga descomunal inundou a região e arrasou este pequeno país, o qual passou então a ser conhecido em todo o mundo por Merdaleja.

            O dito líder político delegou na figura de JEM, conhecido importador e exportador de programas de formato duvidoso, mas muito apreciados pelo povinho, poderes para implementar um tal de Plano Tecnológico.

            Vai daí, JEM, como o plano visava o investimento Ad Lib em tecnologia, independentemente dos frutos obtidos, dos desempregados esmagados e do povinho espezinhado, resolveu exportar o modelo para um país de pacóvios, de preferência com graveto. Ligou ao Bush e a coisa deu-se.

            O sucesso lá por fora foi retumbante! O povo gosta é de pão e festa, que a guerra é em casa dos outros.

            Voltando à vaca fria… e não me refiro ao líder educacional radical! O que eu quero dizer é que tudo começou no Canudo. O Diretor de uma dessas comunidades, assediado pelos problemas de liderança da mesma, dizia frequentemente para consigo: “Bolas, a minha vida dava um filme!”

            E assim foi, da palavra à acção foi um ai. Foram filmes atrás de filmes:

            – de crime e mistério: O assassínio do Relvas

            – de terror: NC, o fantasma do MEC.

            – históricos: Holocausto, a lista das substituições.

            – e mesmo Hardcore: Contratos de autonomia, relações promíscuas.

            E foi então aqui que começaram os filmes, para mais tarde darem origem aos C… d’ouro, antiga designação dos actuais Oscars.

            Aliás, foi também num Canudo que nasceram os Grammies (famosos prémios da música), ainda que na altura se denominassem Comes & Bebes.

            Façamos a análise da evolução linguística desde antanho, até aos nossos dias. Tudo começou com a atribuição de voto de qualidade ao melhor Comes & Bebes. E como quem diz come, diz bebe, é certo e sabido que em qualquer Canudo, quem bebe acaba a cantar o fado da desgraçadinha. Vai daí, como o Fado é uma lança em África e na Europa em geral, o Canudo começou a ferir indiscriminadamente os ouvidos estrangeiros dando origem a outros tipos de música e sevícias, que passaram a ser agraciadas pelos Grammies (versão entaramelada de Comes & Bebes) numa de, toma lá para ver se te calas!

            Bom, pegando no boi pelos cornos… e não estou a falar do VG. O que eu quero dizer é que o C… é, portanto, o pai do Óscar. Agora, como é que o C… chegou ao Oscar é um mistério por desvendar. Algumas fontes não oficiais apontam para que o inteligente receptor da encomenda, George Bush, tenha confundido o nome do troféu com a assinatura do funcionário que despachou o registo, o Óscar.

            A verdade é só uma no entanto, perdeu-se com este lapso a essência do Canudo, pois nomear para o Óscar não é, definitivamente, tão gratificante como nomear para o C…

            De regresso às origens do troféu, será importante referir aqui o seu funcionamento. Assim, começava-se por seleccionar várias categorias dignas do C…, como por exemplo: Melhor filme, melhor argumento, melhor realização, melhor actor ou actriz principal ou secundário.

            Na primeira fase, surgiam as chamadas nomeações do género: este vai pró C…, este não. Não sei se te mande?!… formando-se então, um grupo restrito de C…áveis.

            Passava-se, então, à nomeação para o C…, galardão muito apreciado pelas mulheres e alguns tipos de homens.

Após as nomeações, o júri votava e eram esca…dos os melhores. Ainda hoje é recordado com saudade o C… D’Ouro e a imagem dos galardoados, beijando-o.

No entanto, o actual óscar pouco difere da antiga estatueta que apresentava dois pequenos inchaços laterais na base e risco ao meio na cabeça.

Obviamente, o design actual e o facto de há alguns anos trás Bill Clinton ter sido apanhado a bater a estatueta com Mónica Lewinsky, levaram a pequenas alterações de forma.

Termina assim esta resenha histórica, para que nenhum de vocês fique com dúvidas do C…

 

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