O que se descobre numa conversa casual…

  • Então a consulta, correu bem?
  • Normal. Mediu-me a tensão, pesou-me, etc…
  • E estava tudo normal?
  • Acho que sim, quando me despi para ir à balança, até o peso deu igual como aqui em casa.
  • Espera lá… Despiste-te?
  • Claro.
  • Mas ela mandou-te tirar a roupa?
  • Bem, ela disse “Vamos lá pesar”, e eu pus-me em cuecas e meias e fui para a balança.
  • (Rindo) Mas olha que quando eu lá vou só mandam tirar os sapatos.
  • A sério? Acho que nem lhe dei tempo, tirei logo a roupa.
  • (Ainda mais risos) E ela disse mais alguma coisa?
  • Não, também achei que ficou assim… caladita.
  • (À gargalhada) Ai coitada, estava em choque!
  • Olha (zangado) vocês entendam-se! Quando fui à inspeção para a tropa, mandaram-me pesar e berraram comigo porque fui vestido, agora dispo-me e devia ficar vestido, um gajo não se entende!

Amo-o, juro que o amo!

 

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5 de outubro, que é isso?

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A implementação da república deu-se a 5 de outubro (quando outubro ainda se escrevia com maiúscula) de 1910, após o partido republicano ter ganho a revolução iniciada três dias antes. Durante anos, foi considerado um dia a comemorar pelo povo. Começo a desconfiar que tal devoção se devia apenas ao facto de a República aparecer representada por uma moçoila com um belo papar de mamas, só a generalização da pornografia na internet me faz acreditar que, na República, já nada tem interesse.

Primeiro foi a UE que nos aliviou de parte da nossa tão comemorada independência. Com esta união, passámos a ser providos de senhoras de várias nacionalidades e reputação duvidosa, mas portadoras de moldes de silicone dignos de avassalar qualquer par de mamas republicano nacional;  depois foi o governo que nos aliviou de um feriado, permitindo que cada cidadão masculino possa disfrutar da habitual visão de uma qualquer colega de decote avantajado; finalmente, vem o senhor presidente da República dizer que, não irá participar nas comemorações, pois ficará a refletir sobre o resultado das eleições (como se alguém ainda acreditasse que essa capacidade ainda é, por si, exercida). Desconfio que esta abstinência comemorativa se deve ao facto de não haver bolo-rei para cuspir!

Alex (que anda caladinha, mas não muda), para a Tina, com um beijão

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Vem aí o Carnaval

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Quinze anos depois ainda recordo a menininha que tu eras 🙂

“Ó mamã, este Carnaval eu queria ser a Branca de Neve. Tu queres ser os 7 anões?”

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Era o verbo…

– Ó stora, “era” é do verbo eram?

– Pensa… Como terminam os verbos no infinitivo?

– Em -ar, -er ou i-ir.

– E então?…

-Ah! É o verbo “Er”?!?…

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Mártir… EU!

Diálogos 5
Caderno de atividades, p. 36, ex 1: Descobre o intruso (qual das palavras não é um verbo).
“mártir”
Pergunta da professora:
– O que significa “mártir”?
Aluno:
– É o que se deita na cerveja!
Professora, após gargalhada e reflexão:
– Isso é Martini!

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Eu, eu e sempre eu!

Há coisas que só me acontecem a mim. Porquê, meu Deus, porquê?
Vá-se lá saber….
Com apenas 5m de intervalo, aí vou eu a correr à casa de banho. Na pressa, prendo uma pontinha do lacinho com que as lojas de roupa interior brindam as cuecas femininas. E quem é que diz que o fecho das calças corre, seja para baixo, seja para cima?… Toque de entrada, desespero!!!
Ouço uma voz familiar e peço socorro:
– Arranja-me uma tesoura, por favor!
Não há, vem uma faca… Boa para cortar manteiga de verão, laço requintado em cueca de senhora, nem pó!
– Tesoura, desencanta-me uma tesoura!!!
Finalmente uma. Decepada uma das fitinhas do laço, separam-se as calças das cuecas, mas subir ou descer o fecho está fora de questão.
Mais um esforço, mais uma aparadela numa nesga de lacinho à vista e nada!
Desespero total, tapada como posso, vou a correr à sala de profs pedir me enfiarem a canalha na biblioteca e volto a atacar o fecho das calças.
Após uma luta titânica, descomposta e a transpirar que nem uma doida, correria escada acima, lá vou eu dar aula de apoio.
– Professora, que lhe aconteceu?
– Nada, meninos, pelo menos, nada que aconteça aos outros!

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O poder da amizade

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Pois é, aqui em casa a amizade é um valor que se cultiva.

Duas pessoas. Uma não consegue evacuar sem música, à falta de telemóvel para se fazer acompanhar, a sua amiga propõe-se cantar-lhe música cigana. E lá vão elas para o WC…

Hum… valeu pela solidariedade. Parece que a cantoria não soltou o preso. Vamos aguardar por melhor hora, a hora de almoço (como de costume) e pode ser que se consiga arrear o calhau.

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