OS C******* DE OURO

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            Há muito, muito tempo na era Coelhónica, vivia no Condado Portucalense (na época denominado Merdaleja) uma comunidade restrita denominada “Azarados do Canudo”. Esta comunidade dividia-se em três grandes grupos: os do Canudo de Agrupamento, os do Canudo de Zona e os do Canudo de Segunda, também conhecidos por contratados. Estavam organizadas hierarquicamente, eram regidos em regime de Direção, mas manipulados em regime de absolutismo pelo líder educacional radical NC, sobejamente conhecido pelo seu fanatismo extremista.

            A importância desta comunidade na História Universal é, ainda hoje, bem visível. Foi aqui que teve origem o famoso concurso de atribuição dos Oscars, que ainda hoje se realiza nos EUA.

            Tudo começou pela Revolta Política de dois mil e carqueja, quando o líder ainda mais absoluto PC estava no poder e traçou para o país insondáveis medidas de desenvolvimento a que, mais tarde, os historiadores e economistas atribuíram a classificação de Grande Tsunamerda. À época, uma vaga descomunal inundou a região e arrasou este pequeno país, o qual passou então a ser conhecido em todo o mundo por Merdaleja.

            O dito líder político delegou na figura de JEM, conhecido importador e exportador de programas de formato duvidoso, mas muito apreciados pelo povinho, poderes para implementar um tal de Plano Tecnológico.

            Vai daí, JEM, como o plano visava o investimento Ad Lib em tecnologia, independentemente dos frutos obtidos, dos desempregados esmagados e do povinho espezinhado, resolveu exportar o modelo para um país de pacóvios, de preferência com graveto. Ligou ao Bush e a coisa deu-se.

            O sucesso lá por fora foi retumbante! O povo gosta é de pão e festa, que a guerra é em casa dos outros.

            Voltando à vaca fria… e não me refiro ao líder educacional radical! O que eu quero dizer é que tudo começou no Canudo. O Diretor de uma dessas comunidades, assediado pelos problemas de liderança da mesma, dizia frequentemente para consigo: “Bolas, a minha vida dava um filme!”

            E assim foi, da palavra à acção foi um ai. Foram filmes atrás de filmes:

            – de crime e mistério: O assassínio do Relvas

            – de terror: NC, o fantasma do MEC.

            – históricos: Holocausto, a lista das substituições.

            – e mesmo Hardcore: Contratos de autonomia, relações promíscuas.

            E foi então aqui que começaram os filmes, para mais tarde darem origem aos C… d’ouro, antiga designação dos actuais Oscars.

            Aliás, foi também num Canudo que nasceram os Grammies (famosos prémios da música), ainda que na altura se denominassem Comes & Bebes.

            Façamos a análise da evolução linguística desde antanho, até aos nossos dias. Tudo começou com a atribuição de voto de qualidade ao melhor Comes & Bebes. E como quem diz come, diz bebe, é certo e sabido que em qualquer Canudo, quem bebe acaba a cantar o fado da desgraçadinha. Vai daí, como o Fado é uma lança em África e na Europa em geral, o Canudo começou a ferir indiscriminadamente os ouvidos estrangeiros dando origem a outros tipos de música e sevícias, que passaram a ser agraciadas pelos Grammies (versão entaramelada de Comes & Bebes) numa de, toma lá para ver se te calas!

            Bom, pegando no boi pelos cornos… e não estou a falar do VG. O que eu quero dizer é que o C… é, portanto, o pai do Óscar. Agora, como é que o C… chegou ao Oscar é um mistério por desvendar. Algumas fontes não oficiais apontam para que o inteligente receptor da encomenda, George Bush, tenha confundido o nome do troféu com a assinatura do funcionário que despachou o registo, o Óscar.

            A verdade é só uma no entanto, perdeu-se com este lapso a essência do Canudo, pois nomear para o Óscar não é, definitivamente, tão gratificante como nomear para o C…

            De regresso às origens do troféu, será importante referir aqui o seu funcionamento. Assim, começava-se por seleccionar várias categorias dignas do C…, como por exemplo: Melhor filme, melhor argumento, melhor realização, melhor actor ou actriz principal ou secundário.

            Na primeira fase, surgiam as chamadas nomeações do género: este vai pró C…, este não. Não sei se te mande?!… formando-se então, um grupo restrito de C…áveis.

            Passava-se, então, à nomeação para o C…, galardão muito apreciado pelas mulheres e alguns tipos de homens.

Após as nomeações, o júri votava e eram esca…dos os melhores. Ainda hoje é recordado com saudade o C… D’Ouro e a imagem dos galardoados, beijando-o.

No entanto, o actual óscar pouco difere da antiga estatueta que apresentava dois pequenos inchaços laterais na base e risco ao meio na cabeça.

Obviamente, o design actual e o facto de há alguns anos trás Bill Clinton ter sido apanhado a bater a estatueta com Mónica Lewinsky, levaram a pequenas alterações de forma.

Termina assim esta resenha histórica, para que nenhum de vocês fique com dúvidas do C…

 

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NOVA TERMINOLOGIA LINGUÍSTICA PARA O ENSINO BÁSICO

TLEBS

(Documento para reflexão)

 

            Dando cumprimento à famosa máxima de Pimenta Machado “No futebol, o que é verdade hoje, amanhã é mentira” e que tantas vezes associamos inconscientemente à política portuguesa (mesmo sabendo de antemão que ambas as classes, política e desportiva, nas pessoas dos seus dirigentes, negam veementemente tal relação), um Grupo de Iluminados Anónimos foi nomeado pelo Governo para rever a TLEBS, uma vez que a sua implementação/imposição estava a criar atritos e a impedir a, já de si lenta e emperrada, engrenagem da Educação, de continuar a trucidar os alunos desde tenra idade.

            Verificou-se, pois atempadamente a meio do ano lectivo, que a TLEBS, ao invés de levar os alunos a verbalizar erradamente os termos gramaticais, os deixava mudos, estáticos, sem palavras, incapazes de pronunciar uma sílaba que fosse.

            Os professores calaram-se. Mais uma vez, limitaram-se a cumprir as ordens superiores sem abrir o bico. Mas, eis senão quando, tudo foi descoberto pelos CAE, que como todos sabemos não existem, segundo a lei e, por isso, não vêem, não ouvem, nem vão meter tudo no cu dos coordenadores das respectivas DRES.

            Se os alunos não falavam, os professores não podiam ensiná-los, certo? Toda a gente sabe que um aluno que não fala é NEE (NEE significa Não Existo pró Estado). Ora, tendo em conta o reduzido número de professores de apoio que existem actualmente e a categorização nacional de NEE em que estes se inserem, afinal não há alunos NEE e eu acabei de perder tempo com um assunto que não existe.

            Na senda desta lógica, somos Todos Diferentes/Todos Iguais, mas caladinhos que nem ratos. Agora, imaginem essa afanada classe trabalhadora (nós professores) a tentar ensinar aos meninos a TLEBS:

            “Atenção meninos, quem me dá um exemplo de uma oração subordinada adjectiva relativa com antecedente explicativa?… Então?!… Vá lá, toca a puxar pela cabeça!…”

… e a canalha… moita! Nem ai, nem ui.

Ora, não pode ser. Se respondessem mal, o professor teria hipótese de pôr à prova as suas capacidades e aplicar as várias vertentes da pedagogia aplicada e da psicologia infantil, nomeadamente, o puxão de orelhas, o tabefe, a solha, a bofetada…, à excepção da reguada, pois além de terem retirado das salas de aula os crucifixos de boa madeira de pau-preto e multi-funcionais, há uma nova mania de defender o ambiente, poupar as árvores e etc, e que faz com que as actuais réguas de plástico, além de terem passado para as mãos erradas (as dos alunos), sejam uma merda e se partam à primeira bordoada.

E se os alunos não falam, o trabalho dos professores não rende. Os Encarregados de Educação também não colaboram com a escola, nem ajudam os filhos em casa, o sistema educativo está um caos e, de quem é a culpa? Dos professores, claro. Mesmo apesar de serem os únicos que conseguem, (para além dos autores), e a muito custo, declamar de cor partes da TLEBS com um sorriso prometedor nos lábios, a tentar convencer o auditório a cair no logro.

Estou um pouco confusa, estamos a falar de políticos?!

OK. Recapitulando. Por estas e por outras, o governo mandou rever a TLEBS e ordenou ao tal grupo de anónimos que adequassem a Terminologia Linguística ao actual contexto da Língua Portuguesa.

Uma vez que o texto em questão está ainda em elaboração e está em segredo de justiça, não me foi possível consultá-lo abertamente, pelo que foi necessário subornar um dos membros dos Da Weasel e outro dos Boss AC, que fazem parte da tal comissão anónima, para conseguir obter o pequeno extracto que se segue:

O Nome/Substantivo, passa a chamar-se TAG. Dentro desta classe, podemos distinguir o mesmo número de subclasses: Próprios (Betos), Comuns (Dreds) e Colectivos (Tudo à Molhada). Os Substantivos Comuns ou Dred Tags estão divididos em duas categorias: Concretos ou 3D e Abstractos ou Virtuais. Nos Colectivos ou Tudo à Molhada, podemos encontrar a classificação Bué de… em todos os tipos de designação (por ex: bué da moscas, bué da porcos, bué da árves) e também algumas designações específicas do tipo: nigga – gang de origem africana; garina – conjunto de namoradas para satisfação de gostos pessoais (loura, morena, ruiva,…); gay – conjunto de paneleiros a desancar na próxima oportunidade; tuning – conjunto misto de automóveis bem artilhados e gajos de pau curto e cérebro de ervilha; sexo – conjunto de actividades promíscuas realizadas em pares, trios ou grupos, de preferência sem preservativo e com parceiros desconhecidos, habitualmente praticadas pelos Kamikaze, actual designação de adolescente.

O adjectivo, passa a chamar-se Calúnia, assim, quando quisermos descrever o 1º Ministro em privado, mas de porta aberta, podemos caluniá-lo à vontade, sem correr o risco de sermos suspensos das nossas funções. As calúnias (antigos adjectivos) são flexíveis em género, número e grau. Isto é, podemos caluniar no feminino, masculino, singular e plural e ainda de acordo com a gravidade da situação. Por exemplo:

Grau normal: cabrão

Grau comparativo de inferioridade: Professor cabrão

Grau comparativo de igualdade: Trabalhador Privado é tão cabrão como Funcionário Público.

Grau comparativo de Superioridade: Cabrão do Governo.

Grau superlativo relativo de inferioridade: professor em funções na Escola EB… é o menos cabrão.

Grau superlativo relativo de superioridade: professor em funções no ME é o mais cabrão.

Grau Superlativo Absoluto analítico: O político Y é muito cabrão.

Grau Superlativo Absoluto Sintético: O político Y é muitíssimo cabrão, filho desta e daquela…

Determinantes nas suas subclasses:

artigos pessoais – os artigos (que passam a designar-se pessoais) passam a ser conjugados apenas na 1ª pessoas do singular.

 – numerais ordinais – servirão para enumerar, de forma gradativa e ordinária os defeitos dos trabalhadores.

 – numerais cardinais – servirão para enumerar as “cardinas” apanhadas pelos nossos governantes à custa do dinheiro dos contribuintes.

 – possessivos inalienáveis – estes passam a ter apenas duas formas meu e meus.

 – demonstrativos por a+b – esta categoria de demonstrativos aplicar-se-á a todas as pessoas indiscriminadamente, consoante a necessidade de cada um demonstrar por (a+b) a culpabilidade de outra pessoa.

 – indefinidos – aplicar-se-ão a políticos filiados, independentes e membros do governo.

 – interrogativos – ainda não se sabe muito bem, mas crê-se que poderão deixar de existir ou ser aplicados apenas em perguntas de retórica, evitando situações inconvenientes e jornalistas inoportunos.

Os Verbos agrupar-se-ão, não em conjugações, mas em utilizáveis e não utilizáveis. Dentro destas duas grandes categorias, haverá os utilizáveis e não utilizáveis pelos portugueses de pé-de-chinelo e os utilizáveis e não utilizáveis pelos portugueses pé-de-Channel. Dos antigos modos, restarão apenas o modo Condicional, “Eu queria” e o modo Imperativo“Faz ou fodes-te”. Quanto ao número, existirá sempre singular (na subclasse venha a nós) e plural (na subclasse espera-vos a vós). Alguns verbos serão impessoais mas, na sua maioria, dirigidos à 1ª, 2ª ou 3ª pessoa do singular ou plural, sempre que um Presidente da Câmara ou qualquer outra entidade suspeita e sob investigação da PJ se dirija ao povinho.

Pelos exemplos ainda não revelados, mas atrás transcritos, creio que todos escusamos de estar descansados pois, mais uma vez, irá sobrar para nós. Estou convencida que enquanto a nossa classe não conseguir conjugar em uníssono o verbo Querer, haverá sempre uma TLEBS para engolir e não pensem os Srs meus colegas que, por não serem de Línguas, o assunto não lhes diz respeito, sob pena de terem que tomar a mesma dosagem em versão supositório.

E agora pergunto:

Se fizermos a análise sintáctica da frase que se segue, como classificam as várias partes que a compõem?

O governo lixa o povo, como quer e quando quer.

 

O governo – Sujeito (pratica a acção)

lixa o povo como quer e quando quer. – Predicado (no meu tempo predicado era sinónimo de qualidade)

lixa  – forma do verbo foder quando pronunciada por um político.

o povo – eterno enrabado.

como quer – a torto.

quando quer – e a direito.

 

 

                                                                                              X.

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CARTA AO 1º MINISTRO

Meu caro 1º ministro,
Depois de muito ter refletido (o equivalente a um conselho de ministros), venho por este meio informá-lo que tenho sofrido imensas pressões por parte da troika (por troika entende-se a minha família), que exige que eu dê o melhor de mim, organize as minhas finanças sem que o peso da balança penda para o défice, mantenha as regalias que consideram essenciais à sua sobrevivência e bem-estar. Resumidamente, querem esfolar-me!
   Como deve compreender, há sacrifícios que têm que ser feitos, despesas que devem ser contidas e mudanças, quiçá radicais, a implementar ao meu modo de vida. Não tenho dinheiro. Há alguma parte do “não tenho dinheiro” que não esteja a perceber? Presumo que não. Partindo do princípio democrático de que o estado, e os seus governantes eleitos pelo povo, devem estar ao serviço deste, e sendo que o senhor é a batuta que comanda a orquestra, ainda que desafinada, venho, por este meio, solicitar a sua colaboração para me ajudar a ultrapassar os problemas financeiros que me assolam o bem-estar.
  Agradeço que desde já me pague um subsídio de deslocação, tendo em conta os quilómetros que faço diariamente para o meu local de trabalho, visto que me vi obrigada a concorrer para uma escola que não a minha, já que o meu lugar foi ocupado por alguém que está muitos lugares atrás de mim na lista graduada de docentes mas que, pelas suas contas, pode ficar lá perto de casa e eu é que tenho que me deslocar. Sei que a dificuldade está em saber de onde retirar a verba para sanar o problema. Sugiro que partilhe comigo o que recebe de ajudas de custo sempre que vai em visitas oficiais. Não se amofine, estamos em igualdade de circunstâncias. O senhor aplicou-me um corte no ordenado, eu saco-lhe uma fatia em deslocações, é tudo em serviço oficial.
  Mais agradeço que me deixe pagar as despesas de saúde que tenho pendentes, em duodécimos. É uma forma mais suave de fazer o pagamento, sem me desequilibrar as contas. Caso eu venha a saber que vou ser obrigada a pagar IRS, deixo desde já escrito que esses duodécimos serão para o IRS e que o pagamento das despesas de saúde só será efetuado em Novembro. Ainda não sei muito bem como, mas estou a estudar o assunto e logo se verá. Penso que percebeu a mecânica da coisa, é tal e qual o que o senhor anda a fazer com os subsídios de férias e de Natal, não há que enganar.
  Este tipo de decisões, como o senhor sabe, exigem um processo de reflexão profundo, de tempo e firmeza para posteriormente aplicar as medidas que daí advêm. Por esse motivo, fico, de momento, por aqui, na certeza de que muito em breve ouvirá falar de mim novamente, para novo acordo. Sem mais assunto, por hora,

Alex

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Carnaval

Carnaval

A pedido…

Alguém me disse que poderia atualizar o post sobre o Carnaval, uma vez que há muita matéria-prima disponível. Pois aqui vai (manterei, no entanto, a minha divagação sobre as figuras públicas, algumas tristes, deste país):

TEMA DO CARNAVAL 2013 “O Senhor dos anéis”

– Ao dr. Passos Coelho sugiro Gollum, assim chamado pelos sons guturais que emite. No filme Gollum acaricia uma relíquia (o anel) ao qual chama “My precious”, tal como vemos o nosso 1º fazer quando observa o país, esfregando as mãos. Voz, atitude e aquele tique de dupla personalidade, que vai do puro e inocente até ao pérfido, ficar-lhe-ão a matar!

– A Vítor Gaspar ficaria bem a máscara de Saruman. Descrito como “Possui voz melódica/hipnótica. Olhos penetrantes. Magro, Alto. O Vilão Chave da história.Como a história revela nós aprendemos que ele foi corrompido pelo desejo de poder e traiu seu dever sagrado. Uma vez nobre e sábio, é agora arrogante e esperto, falso e egoísta.” Que mais poderia eu acrescentar?

– O excelso dr Paulo Portas, Légolas, claro… Embora a parte física não se coadune (requer muita caraterização, ou quiçá alguma plástica), a descrição assenta-lhe que nem uma luva. Se não, vejamos ” Um príncipe dos Elfos da Floresta, Legolas é um arqueiro mortal, que pode se mover com grande discrição. Um papel chave no elenco de suporte.”

– A Álvaro Santos Pereira sugiro máscara de Nazgûl, “Os Nazgul são os maiores criados do Mal, os Nazgûl são temidos por todos. Cada um deles tinha desejado grande poder. Os Nazgûl se tornaram os escravos.”

– Paulo Macedo é definitivamente um Orc, pois os Orcs são “membros de uma raça descendente dos Elfos que foram modificados e pervertidos. Embora eles não sejam maus por natureza, eles são culturalmente e mentalmente predispostos para Escuridão e para a Maldade.”

– Nuno Crato, o Troll, claro! Segundo reza a história, os Trolls foram criados para zombar o povo das árvores (também conhecidos por professores), os Trolls são tão estúpidos quanto as pedras das quais foram feitos. Os Trolls odeiam todas as outras criaturas, um legado do toque escuro…” dos seus antecessores.

– Last, but not least, o dr Miguel Relvas… E porque não Grima Língua-de-Sogra? “conselheiro do Rei (Passos Coelho), que agiu como espião para manter o reino enfraquecido.” Poderia ainda acrescentar da minha lavra que, daqui a uns anos, no seu currículo estará escrito “Presidente da República Portuguesa em 2013”. Todos saberemos que não foi bem assim, mas deram-lhe algures uma equivalência.

Espero satisfazer condignamente o pedido da minha amiga.

Alex 🙂

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Altura de testes e eis que surgem novos dados:

“Ó stora, é para fazer a descrição do corpo todo ou só da cara?”

“Descrição completa, claro!”

“Uff ainda bem que eu sou pequeno!”

🙂 Aren’t they sweet? 🙂

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Meus estrunfezinhos adorados…

 

Os meus adorados estrunfezinhos ainda me vão fazendo sorrir. Questão do teste de Português:

“Como classificas a relação de sentido entre as seguintas palavras entre/entre?” (Por relação de sentido entenda-se homónimas, homógrafas…)

Fabulosa resposta de um estrunfezinho:

“Davam-se mal!”

Pois… tu tamém não te deste lá muito bem com essa resposta, mas eu soltei uma valente gargalhada.

Alex

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Secret Story Caseira

A propósito da Casa dos Segredos, alguém cá em casa comentava que a concorrente Susana manifestou a intenção de colocar mais silicone no peito. Comentário da minha filha:

“Essa não gosta mesmo dos pés!”

Não se atura, juro que não se atura! 🙂

Alex

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Mulheres de 10 anitos!

Numa aula de Área de Projeto, quando esta ainda existia e se escrevia com “c”, o professor explicava aos alunos, através de um powerpoint, as fases do trabalho de projeto, contando uma historieta.

Dizia o professor que a personagem da história, o Zé, ia ter com a namorada, mas deparou-se com uma desfiladeiro que se mostrava intransponível. Observando à sua volta, o Zé dispunha de alguma material para tentar resolver o problema de como atravessar o desfiladeiro: árvores, corda, pregos…

Depois de muito matutar, o Zé construiu uma ponte e lá foi ter com a namorada. Comentário de uma aluna:

“Ó stor, isso nunca seria possível! Mulher nemhuma espera tanto tempo por um homem!!!!!!!!!!”

Lembro-me que após esta observação, verifiquei que a persiana da janela, para a qual me virei enquanto o meu colega ficou especado a sorrir no meio da sala, tinha um buraco 🙂

Alex

27/10/2011

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O que guarda um homem nas gavetas da mesinha de cabeceira?

Pois é, hoje estava a falar com o Miguel (adorável desconhecido que me quer levar ao IKEA) e, conversa puxa conversa, passámos a falar de gavetas de mesinha de cabeceira.

Diz ele que o recheio são meias e cuecas… a minha mente diabólica não me permite ser tão limitada, por isso imaginei:

– preservativos fora de prazo (não vá alguma exigir);

– lenços de papel por abrir (nada como uma assoadela para o lavatório);

– cueca de fio-dental (foi esquecimento dela, não é troféu);

– telemóveis velhos (nunca se sabe quando é preciso tirar aquele nº da loira da memória);

– uma gravata com uma nódoa que já não sai (para recordar aquela bebedeira);

– livro para leitura recreativa (kamasutra, claro, um gajo tem que se actualizar)…

E mais detalhes me viriam à ideia, não fosse o telefone estar a tocar de novo, o mana a chatear no MSN e o B… no Facebook… Até já!

 

Alex 5/8/2011

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Passadeira

Em férias. Se eu já sou distraída habitualmente, nas férias fico despassaradinha de todo…

Ora, uma destas manhãs de praia, resolvemos experimentar uma nova passadeira de praia. Aquilo não tinha grnade aspecto, mas lá fomos saltitando de tábua em tábua, iludindo os buracos.

No regresso, como faltavam algumas escadas, vai de avançar pela parte dos deficientes… De repente: Mãe!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!…

Quando olhei, meia praia ria-se a bandeiras despregadas… subi a passadeira toda, olhando para o chão, não fosse pisar algum buraco de tábua em falta e nem olhei para o lado… pois, mas paralelamente, ao longos de 15m estava a outra meta da passadeira, mas sem uma única tabuinha… Até o banhieor deve ter pensado que eu ia cair daquilo abaixo…

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